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O COVID-19 E NOSSAS VIAGENS

O aumento da incidência do novo coronavírus tem afetado gravemente a indústria do turismo. Os brasileiros estão preocupados com viagens às áreas que enfrentam o surto da doença e muitos têm optado pelo cancelamento dessas viagens.

O aumento do número de casos de coronavírus fora da China é motivo de preocupação para quem tem viagem marcada para países com transmissão ativa do Sars-Cov-2. De acordo com o último boletim divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), são 88.948 casos confirmados no mundo, sendo 80.174 na China e 8.774 em outros 64 países. Os óbitos pela doença chegaram a 3.043, dos quais 95,8% estão na China.

Países com transmissão local confirmada incluem Coreia do Sul, Japão, Singapura, Austrália, Malásia, Vietnã, Itália, Alemanha, França, Espanha, Reino Unido, Suíça, Noruega, Holanda, Croácia, Grécia, Finlândia, Dinamarca, San Marino, Tailândia, Indonésia, Irã, Emirados Árabes, Estados Unidos e Canadá.

Em janeiro, as companhias aéreas cancelaram voos para a China. Inicialmente, a medida se estende até maio. Agora, as suspensões já valem, também, para alguns países europeus, principalmente a Itália, que tem mais de 1.600 casos confirmados.

Entre 7 e 9 de março, a Itália decretou medidas restritivas de aglomerações e deslocamento em toda a região da Lombardia, onde está Milão, incluindo partes do Veneto (Veneza incluída) e Emilia-Romagna (incluindo Parma), depois estendida para todo o País.

A partir de agora, COVID-19 não é mais uma ameaça confinada na China, e não pode ser mais considerado apenas “mais uma gripe”.

Para as Armadas (Companhias de Cruzeiros Marítimos), independentemente da nacionalidade, permanece proibido o embarque de pessoas que viajaram de, para, ou pela China continental, Hong Kong, Macau, Irã, Coréia do Sul ou Italia. Essa restrição também vale para pessoas que tenham tido contato (aproximação a menos de 2m) com qualquer dessas pessoas ou com suspeitos e/ou diagnosticados com a doença. Para itinerários no Caribe, as medidas restritivas se aplicam a quem viajou ou teve contato com pessoas que viajaram para China continental, Hong Kong, Macau, Irã, Coréia do Sul, Japão, Cingapura, Taiwan ou Italia, com menos de 20 dias antes do embarque

Até o vírus cumprir o seu ciclo completo de propagação e contágio, o que deve levar mais várias semanas, viajar para a Europa (e América do Norte) vai requerer atenção contínua ao noticiário e capacidade de reação rápida a decisões de governos com respeito a aglomeração e deslocamento.

Se você tem viagem marcada para o Hemisfério Norte nos próximos 30 dias, verifique as eventuais alterações e cancelamentos da sua viagem.

Para viagens a partir de finais de abril, vale a pena acompanhar a evolução da situação na Europa e decidir mais pra frente. Se houver medidas restritivas decretadas, tudo será reembolsado integralmente.

Acreditamos que, de junho/julho em diante, por todo o verão do Hemisfério Norte, já fora da época de transmissão de gripe e doenças respiratórias, as viagens estarão mais tranquilas.

A resolução nº 400 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) prevê anulação do bilhete aéreo sem ônus pelo passageiro no prazo de 24 horas após a compra, a contar do recebimento do comprovante, desde que a aquisição tenha sido feita com antecedência igual ou superior a 7 dias em relação à data do embarque. Em caso de reembolso, o estorno deve ser realizado no prazo de até sete dias após o cancelamento.Portanto, cancelamentos por questões de saúde pública não estão previstas na resolução.

Nessa situação específica de epidemia ou surto do COVID-19, recomendamos tentar negociar com as companhias aéreas, hotéis e cruzeiros o cancelamento ou a remarcação de sua viagem sem ônus adicionais, já que, pelo Código de Defesa do Consumidor, elas não podem se recusar a oferecer alternativas ao consumidor, que não pode ser prejudicado.

É possível que cada companhia aérea decida tomar suas próprias providências, tendo a obrigação de informar os passageiros com antecedência mínima de 72 horas.

Agora, todos estamos na torcida para o surto ser logo contido e podermos, novamente, viajar com tranquilidade, saúde e segurança!

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